Por André Teixeira

A fotografia foi apresentada ao mundo como uma reprodução objetiva, “pura”, do real. Seu caráter técnico lhe conferia um valor de documento que pinturas, esculturas e outras obras que dependiam da mão humana, por mais realistas que fossem, não tinham. Em pouco tempo, no entanto, a inquietação dos primeiros fotógrafos mudou esse panorama: mais do que reproduzir, ela podia e queria interpretar, influenciar, até mesmo subverter a realidade. A imagem no espelho, mais do que um reflexo, produzia reflexões.

Fotos de Thomaz Farkas — Acervo IMS

Tínhamos, literalmente impressa numa folha de papel, uma contradição em termos: um documento que permitia interpretações subjetivas. O…

Blog PEF 2021

Espaço para entrevistas e informações do Paraty em Foco 2021

Get the Medium app

A button that says 'Download on the App Store', and if clicked it will lead you to the iOS App store
A button that says 'Get it on, Google Play', and if clicked it will lead you to the Google Play store